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Como tudo começou...

1969

Nasci no dia 4 de julho de 1969 na cidade de São Paulo, um legítimo canceriano com ascendente e lua em peixes. Sou o filho mais novo de Ana Perwin Fraiman e Moyzes Fraiman e o irmão caçula de Dinah.

1983

No colégio, sempre me esforcei muito. Tirar boas notas não era fácil para mim, mas procurava sempre dar o meu melhor para aprender, pois entendia que para me destacar no mundo era preciso dedicação, disciplina e perseverança. Ainda bem que logo cedo entendi que um grande diferencial que podemos ter na vida é o conhecimento. Sempre gostei de ter animais, como podem ver na foto o meu querido coelho Jorge e meus cachorros Tony e Kalinka no quintal da casa onde morava.

1987

É, se você me conhece e chegou até aqui, pôde perceber que a carreira como administrador não vingou. Logo no primeiro ano de faculdade identifiquei que não me encaixava naquela área. Definitivamente não era algo que eu gostaria de realizar todos os dias ao longo da minha vida, não me via sentado em um escritório, engravatado durante oito horas por dia, cinco dias por semana trabalhando com planilhas, cálculos, números, finanças. Não era a minha praia.

 

Comecei a pensar seriamente em mudar de curso e prestar para psicologia. Foi um momento muito delicado pois não encontrei apoio em praticamente ninguém. Era hora de me tornar adulto e pegar a vida nas mãos e remar contra a maré, literalmente.

 

Um dia, sabiamente, minha mãe que é psicóloga, percebeu minha infelicidade com o curso de ADM, e me presenteou com o livro "A História Sem Fim" de Michael Ende. Nesse livro, o personagem Bastian Balthazar, falava do resgate dos sonhos e da fantasia. Ele dizia que os adultos estavam roubando as cores do mundo. Era assim que eu me sentia naquele momento, pois todas as vezes que eu procurava um adulto para me aconselhar, ouvia coisas como: “você precisa escolher uma profissão que pague bem”, “pesquise se esta é uma profissão que vai mesmo lhe trazer segurança”. Ouvir isso tudo era desanimador e desencorajador.

 

Foi a partir desse livro que soube que meu projeto de vida seria ajudar as outras pessoas a encontrar, construir e se dedicar ao seu próprio projeto de vida. Minha missão se tornou oferecer ao mundo o suporte que eu mesmo não tive.

1993

Foi em 1993, após 5 anos de dedicação intensa aos estudos, que me graduei em psicologia. Um momento inesquecível, vendo nos olhos da minha família o orgulho em minha formação.

 

 

Primeiros passos na educação

 

Após formado, o meu primeiro trabalho foi no Colégio Renascença, no bairro de Higienópolis   em São Paulo, como professor de psicologia e orientador educacional. Foi um momento muito especial no qual pude oferecer aos meus alunos a orientação, a motivação e o encorajamento para que se tornassem protagonistas de suas escolhas e amadurecessem de forma autêntica. Eu adorava ver o brilho nos olhos das crianças e adolescentes e seus desejos pelo novo e desconhecido. Permaneci ali por 8 anos muito felizes.

 

Despois de lá recebi um convite para trabalhar no Colégio Visconde de Porto Seguro, como orientador educacional do ensino médio onde aprendi muito com minha diretora e amiga até hoje Maria Célia Dias Miceli.

2000

Sentindo que havia a necessidade de compartilhar com pais e mães o que eu aprendia em minha clínica e em sala de aula junto aos adolescentes, escrevi o meu primeiro livro chamado “Meu Filho Vai Prestar Vestibular. E Agora?” publicado pela “Editora Gente”, que contou com um grande público além da presença do ator e humorista Andrea Di Maio, no evento de lançamento.

Em 2001 iniciei meus trabalhos como Professor Titular da Cadeira de Projeto de Vida do Colégio Guilherme Dumont Villares. Sob a orientação atenta e perspicaz da diretora Eliana Aun cresci muito e me aprofundei verdadeiramente na arte e na ciência de inspirar os adolescentes a se aproximarem da melhor versão de si mesmos. Foram anos muito felizes em sala de aula, palestras e todo um cotidiano cheio de vida e conquistas.

2008

Durante muitos anos levava meus alunos à feiras de profissões. Os eventos da Teenager Assessoria Profissional eram sempre muito enriquecedores para eles. Como eu trabalhava em um grande colégio e já tinha adquirido segurança na metodologia que aplicava com meus alunos para ajudá-los a escolher a profissão e a desenvolver a sua empregabilidade e empreendedorismo, tive uma ideia que se tornou um turning point na minha vida.

 

Procurei quem eram os gestores daquela empresa que conseguia reunir milhares de alunos em eventos de alto impacto para propor uma parceria a fim de expandir meu trabalho para salas de aula de todo o país. Conheci então Tadeu Patané e Patrícia Patané e juntos começamos a ampliação da Metodologia OPEE.

 

Como fomos os primeiros a falar no Brasil sobre competências socioemocionais, projeto de vida e atitude empreendedora com uma metodologia própria, nascida a partir da minha vivência em sala de aula, o que era uma ação individual e artesanal ganhou escala rapidamente, crescendo exponencialmente a cada ano.

 

Com um número significativo de escolas, procurávamos uma diretora pedagógica capaz de manter a qualidade de nossos trabalhos para nunca perder o que tínhamos de mais precioso: o contato humano próximo com as nossas escolas e a seriedade na aplicação da metodologia junto com os alunos, e nessa procura encontramos a Silvana Pepe. Ela, que já era minha amiga, se tornou ainda mais próxima e mais do que uma companheira de missão descobri nela uma irmandade de alma e de propósito que torna minha vida mais rica e melhor em todos os sentidos.

 

 A vida me foi muito generosa pois hoje já são mais de 1500 escolas e mais de 250mil alunos em todo território nacional. Mas do que sócios ganhei amigos, irmãos para a vida.

 

Juntos levamos a Coleção OPEE ao consultório do ilustre Dr. Içami Tiba, o qual tivemos a honra de ter em um momento de ampliação da Metodologia. O Dr. Tiba sempre foi uma das minhas grandes inspirações como educador e tê-lo apoiando esse projeto do qual nasceu a partir de um sonho, foi memorável.

 

2016

Na roda mágica da vida, tive muitas passagens marcantes. Uma das mais gratificantes foi quando consagrou-se a parceria entre a Metodologia OPEE e a FTD Educação. Que honra e que orgulho ter ao meu lado, todos os dias, pessoas com valores Maristas no coração, que dão o seu melhor pelo futuro da educação desse país.

A equipe OPEE junto com a FTD formam um time de águias cujo o voo projeta, sobretudo, à vida.

Pelos trabalhos da Metodologia OPEE fui reconhecido e premiado pelo Shift – Agentes Transformadores, que visa identificar e incentivar ações e pessoas cujo propósito seja promover mudanças na realidade que os cerca e a melhorar o mundo.

Junto a esta equipe maravilhosa, vivo um dos momentos mais felizes da minha vida.

2019

A partir de centenas de pedidos de palestras sobre limites, valores e percebendo a necessidade de orientar as famílias a uma educação mais consciente, consequente e coerente decidi lançar o livro “A Síndrome do Imperador”, publicado pela Editora Autêntica e Editora FTD que se tornou um grande sucesso, adotado em listas de materiais de inúmeras escolas.

No dia do lançamento do livro tive a honra de receber em mãos dos queridos Ricardo Schaefer e Patrícia Wazlawick o convite para participar do Symposium Internacional 2019 – Formando Lideranças para o Desenvolvimento Sustentável em Genebra - Suíça, na sede da ONU.

Ao longo dos últimos anos um ponto de destaque na minha carreira foi ter tido a rica participação da Mariana Gonçalo. Ela começou como estagiária e se tornou Mestre em Projetos de Vida pela USP. A Mari tem sido uma parceira leal e muito legal. Com uma mente aguçada e uma mentalidade preparada, ela auxilia na produção de apostilas e materiais. Mais do que uma parceira, se tornou uma amiga, uma pessoa que hoje é essencial em minha vida.

Um dos momentos mais gostosos que vivo aqui na clínica junto a essas pessoas maravilhosas são os nossos aniversários. Fazemos questão de parar tudo e celebrar a vida. Sou muito grato a essas pessoas especiais com quem passo horas preciosas de minha vida.

1986

No último ano do ensino médio, quando cheguei no momento de escolher uma profissão, tive muita dificuldade, pois sentia uma grande dúvida de qual profissão seguir, já que gostava de muitas opções: arquitetura, publicidade, direito, engenharia, educação física, psicologia, administração.

 

Fiz um teste vocacional que na verdade não ajudou, ao contrário. Como a resposta foi “inconclusiva” me senti para baixo e bastante desorientado. Foi neste momento que decidi então seguir a carreira do meu pai que era administrador. Como não sabia o modo melhor de lidar com esta angústia de saber para onde ir, tomei “emprestado” o projeto de vida dele.

 

Adorava a elegância da maleta que ele levava para baixo e para cima e o cartão de visita em alto relevo e quatro cores. Era uma vida que parecia fascinante.

1991

Sempre procurei aproveitar o máximo possível da faculdade, fazia todos os cursos extracurriculares possíveis para ir aprendendo a respeito das mais variadas vertentes que minha formação possibilitaria de trabalhar, mas foi em meu 4º ano que me deparei com o livro "O Homem em Busca de um Sentido - um psicólogo no campo de concentração" de Viktor E. Frankl. A partir desse relato descobri que é possível uma pessoa morrer de desgosto por situações dolorosas e pelas condições degradantes de um campo de concentração. O mais interessante porém, foi que a partir dessa leitura entendi que mesmo nas situações mais extremas da vida, quando uma pessoa tem um “para quê viver”, quando ela tem um projeto de vida, pode superar qualquer situação. Achei fascinante entender que é o projeto de vida que nos permite a superação, a resiliência, a encontrar dentro de nós forças que nem sabíamos que existiam.

 

Durante a faculdade e com muito estímulo da minha mãe, comecei a fazer aulas de dança, o que me ajudou imensamente, já que naquela época eu ainda era muito tímido e com as aulas e as apresentações que fazíamos, aprendi a ter mais confiança, segurança e presença de palco. Aulas de artes marciais também fizeram a diferença para elevar a confiança. Ao meu mestre Adriano Silva devo muito.

 

Percebo hoje em minha carreira de palestrante o quanto devo ao que aprendi nesta etapa de minha vida, especialmente em relação à consciência corporal.

O começo dos trabalhos na Clínica

 

Logo que me formei inaugurei a Clínica Leo Fraiman de Psicologia e Orientação Profissional. Foi uma época bastante desafiadora, pois conciliava as aulas de orientação profissional no colégio em que trabalhava, com atendimentos em minha clínica e dedicava um tempo para o desenvolvimento da Metodologia de Projeto de Vida e Empreendedorismo que utilizava com os meus alunos de ensino fundamental e médio. Nascia aí a Metodologia OPEE. Além disso eu trabalhava como professor de Psicologia Cognitiva na Universidade Paulista.

 

Um colega que me marcou como professor, mentor e amigo até hoje é o professor Cristiano Nabuco de Abreu com quem aprendi muito sobre o rigor científico e o valor da dedicação à pesquisa.

1998

Mais tarde, a partir da indicação de um amigo com quem jogava futebol, o Fabinho, recebi um convite da Rede Globo para ter um quadro chamado “Caixinha de Segredos” no programa Mais Você apresentado por Ana Maria Braga. Nesse quadro, eu respondia e aconselhava as perguntas que os telespectadores faziam por meio de cartas e foi a partir dessa oportunidade que muitas portas se abriram para outros programas televisivos e nas rádios nacionais. Atualmente tenho uma participação regular no programa Vida Melhor apresentado pela Claudia Tenório e transmitido pela Rede Vida de Televisão e também no programa Mulheres, apresentado pela queria Regina Volpato e disponibilizado pela TV Gazeta.

2002

Nesse ano defendi minha tese de mestrado sobre o tema “A Importância da Participação dos Pais na Educação Escolar”. Em meu cotidiano como orientador profissional ficava clara a diferença no andamento e no rendimento escolar dos estudantes que tinham pais participativos. Esse foi o estalo que me impulsionou a mergulhar no mundo acadêmico para entender as relações entre as famílias e as escolas. Li 396 estudos a respeito e aprendi muito sobre uma questão crucial para o bom desenvolvimento de crianças e adolescentes: Quando há uma aliança entre a família e a escola todos se beneficiam. E mais! Há muitos caminhos para isso!

 

2011

Com o crescimento de convites para palestras pelo país percebia a oportunidade de compartilhar meus aprendizados clínicos e minhas pesquisas sobre adolescentes e decidir lançar o livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, publicado pela Editora Integrare, a convite do próprio Dr. Tiba que fez o prefácio do livro.

2018

Por uma dessas alegrias que a vida nos proporciona, sempre tive muitos convites para conceder entrevistas em jornais, rádios, websites e programas televisivos. Talvez por me dedicar constantemente a pesquisar temas diferenciados e buscar um ângulo, um olhar, uma análise especial sobre temáticas delicadas ao grande público sempre tive oportunidade de compartilhar aquilo que aprendi por meio da grande mídia. Um ponto de destaque ocorreu quando concedi uma entrevista para o meu querido amigo Ronnie Von, no programa Todo Seu na TV Gazeta. A temática viralizou, foi assistida por mais de 30 milhões de pessoas.

1969

Nasci no dia 4 de julho de 1969 na cidade de São Paulo, um legítimo canceriano com ascendente e lua em peixes. Sou o filho mais novo de Ana Perwin Fraiman e Moyzes Fraiman e o irmão caçula de Dinah.

1983

No colégio, sempre me esforcei muito. Tirar boas notas não era fácil para mim, mas procurava sempre dar o meu melhor para aprender, pois entendia que para me destacar no mundo era preciso dedicação, disciplina e perseverança. Ainda bem que logo cedo entendi que um grande diferencial que podemos ter na vida é o conhecimento. Sempre gostei de ter animais, como podem ver na foto o meu querido coelho Jorge e meus cachorros Tony e Kalinka no quintal da casa onde morava.

1986

No último ano do ensino médio, quando cheguei no momento de escolher uma profissão, tive muita dificuldade, pois sentia uma grande dúvida de qual profissão seguir, já que gostava de muitas opções: arquitetura, publicidade, direito, engenharia, educação física, psicologia, administração.

 

Fiz um teste vocacional que na verdade não ajudou, ao contrário. Como a resposta foi “inconclusiva” me senti para baixo e bastante desorientado. Foi neste momento que decidi então seguir a carreira do meu pai que era administrador. Como não sabia o modo melhor de lidar com esta angústia de saber para onde ir, tomei “emprestado” o projeto de vida dele.

 

Adorava a elegância da maleta que ele levava para baixo e para cima e o cartão de visita em alto relevo e quatro cores. Era uma vida que parecia fascinante.

1987

É, se você me conhece e chegou até aqui, pôde perceber que a carreira como administrador não vingou. Logo no primeiro ano de faculdade identifiquei que não me encaixava naquela área. Definitivamente não era algo que eu gostaria de realizar todos os dias ao longo da minha vida, não me via sentado em um escritório, engravatado durante oito horas por dia, cinco dias por semana trabalhando com planilhas, cálculos, números, finanças. Não era a minha praia.

 

Comecei a pensar seriamente em mudar de curso e prestar para psicologia. Foi um momento muito delicado pois não encontrei apoio em praticamente ninguém. Era hora de me tornar adulto e pegar a vida nas mãos e remar contra a maré, literalmente.

 

Um dia, sabiamente, minha mãe que é psicóloga, percebeu minha infelicidade com o curso de ADM, e me presenteou com o livro "A História Sem Fim" de Michael Ende. Nesse livro, o personagem Bastian Balthazar, falava do resgate dos sonhos e da fantasia. Ele dizia que os adultos estavam roubando as cores do mundo. Era assim que eu me sentia naquele momento, pois todas as vezes que eu procurava um adulto para me aconselhar, ouvia coisas como: “você precisa escolher uma profissão que pague bem”, “pesquise se esta é uma profissão que vai mesmo lhe trazer segurança”. Ouvir isso tudo era desanimador e desencorajador.

 

Foi a partir desse livro que soube que meu projeto de vida seria ajudar as outras pessoas a encontrar, construir e se dedicar ao seu próprio projeto de vida. Minha missão se tornou oferecer ao mundo o suporte que eu mesmo não tive.

1991

Sempre procurei aproveitar o máximo possível da faculdade, fazia todos os cursos extracurriculares possíveis para ir aprendendo a respeito das mais variadas vertentes que minha formação possibilitaria de trabalhar, mas foi em meu 4º ano que me deparei com o livro "O Homem em Busca de um Sentido - um psicólogo no campo de concentração" de Viktor E. Frankl. A partir desse relato descobri que é possível uma pessoa morrer de desgosto por situações dolorosas e pelas condições degradantes de um campo de concentração. O mais interessante porém, foi que a partir dessa leitura entendi que mesmo nas situações mais extremas da vida, quando uma pessoa tem um “para quê viver”, quando ela tem um projeto de vida, pode superar qualquer situação. Achei fascinante entender que é o projeto de vida que nos permite a superação, a resiliência, a encontrar dentro de nós forças que nem sabíamos que existiam.

 

Durante a faculdade e com muito estímulo da minha mãe, comecei a fazer aulas de dança, o que me ajudou imensamente, já que naquela época eu ainda era muito tímido e com as aulas e as apresentações que fazíamos, aprendi a ter mais confiança, segurança e presença de palco. Aulas de artes marciais também fizeram a diferença para elevar a confiança. Ao meu mestre Adriano Silva devo muito.

 

Percebo hoje em minha carreira de palestrante o quanto devo ao que aprendi nesta etapa de minha vida, especialmente em relação à consciência corporal.

1993

Foi em 1993, após 5 anos de dedicação intensa aos estudos, que me graduei em psicologia. Um momento inesquecível, vendo nos olhos da minha família o orgulho em minha formação.

 

 

Primeiros passos na educação

 

Após formado, o meu primeiro trabalho foi no Colégio Renascença, no bairro de Higienópolis   em São Paulo, como professor de psicologia e orientador educacional. Foi um momento muito especial no qual pude oferecer aos meus alunos a orientação, a motivação e o encorajamento para que se tornassem protagonistas de suas escolhas e amadurecessem de forma autêntica. Eu adorava ver o brilho nos olhos das crianças e adolescentes e seus desejos pelo novo e desconhecido. Permaneci ali por 8 anos muito felizes.

 

Despois de lá recebi um convite para trabalhar no Colégio Visconde de Porto Seguro, como orientador educacional do ensino médio onde aprendi muito com minha diretora e amiga até hoje Maria Célia Dias Miceli.

O começo dos trabalhos na Clínica

 

Logo que me formei inaugurei a Clínica Leo Fraiman de Psicologia e Orientação Profissional. Foi uma época bastante desafiadora, pois conciliava as aulas de orientação profissional no colégio em que trabalhava, com atendimentos em minha clínica e dedicava um tempo para o desenvolvimento da Metodologia de Projeto de Vida e Empreendedorismo que utilizava com os meus alunos de ensino fundamental e médio. Nascia aí a Metodologia OPEE. Além disso eu trabalhava como professor de Psicologia Cognitiva na Universidade Paulista.

 

Um colega que me marcou como professor, mentor e amigo até hoje é o professor Cristiano Nabuco de Abreu com quem aprendi muito sobre o rigor científico e o valor da dedicação à pesquisa.

1998

Mais tarde, a partir da indicação de um amigo com quem jogava futebol, o Fabinho, recebi um convite da Rede Globo para ter um quadro chamado “Caixinha de Segredos” no programa Mais Você apresentado por Ana Maria Braga. Nesse quadro, eu respondia e aconselhava as perguntas que os telespectadores faziam por meio de cartas e foi a partir dessa oportunidade que muitas portas se abriram para outros programas televisivos e nas rádios nacionais. Atualmente tenho uma participação regular no programa Vida Melhor apresentado pela Claudia Tenório e transmitido pela Rede Vida de Televisão e também no programa Mulheres, apresentado pela queria Regina Volpato e disponibilizado pela TV Gazeta.

2000

Sentindo que havia a necessidade de compartilhar com pais e mães o que eu aprendia em minha clínica e em sala de aula junto aos adolescentes, escrevi o meu primeiro livro chamado “Meu Filho Vai Prestar Vestibular. E Agora?” publicado pela “Editora Gente”, que contou com um grande público além da presença do ator e humorista Andrea Di Maio, no evento de lançamento.

Em 2001 iniciei meus trabalhos como Professor Titular da Cadeira de Projeto de Vida do Colégio Guilherme Dumont Villares. Sob a orientação atenta e perspicaz da diretora Eliana Aun cresci muito e me aprofundei verdadeiramente na arte e na ciência de inspirar os adolescentes a se aproximarem da melhor versão de si mesmos. Foram anos muito felizes em sala de aula, palestras e todo um cotidiano cheio de vida e conquistas.

2002

Nesse ano defendi minha tese de mestrado sobre o tema “A Importância da Participação dos Pais na Educação Escolar”. Em meu cotidiano como orientador profissional ficava clara a diferença no andamento e no rendimento escolar dos estudantes que tinham pais participativos. Esse foi o estalo que me impulsionou a mergulhar no mundo acadêmico para entender as relações entre as famílias e as escolas. Li 396 estudos a respeito e aprendi muito sobre uma questão crucial para o bom desenvolvimento de crianças e adolescentes: Quando há uma aliança entre a família e a escola todos se beneficiam. E mais! Há muitos caminhos para isso!

 

2008

Durante muitos anos levava meus alunos à feiras de profissões. Os eventos da Teenager Assessoria Profissional eram sempre muito enriquecedores para eles. Como eu trabalhava em um grande colégio e já tinha adquirido segurança na metodologia que aplicava com meus alunos para ajudá-los a escolher a profissão e a desenvolver a sua empregabilidade e empreendedorismo, tive uma ideia que se tornou um turning point na minha vida.

 

Procurei quem eram os gestores daquela empresa que conseguia reunir milhares de alunos em eventos de alto impacto para propor uma parceria a fim de expandir meu trabalho para salas de aula de todo o país. Conheci então Tadeu Patané e Patrícia Patané e juntos começamos a ampliação da Metodologia OPEE.

 

Como fomos os primeiros a falar no Brasil sobre competências socioemocionais, projeto de vida e atitude empreendedora com uma metodologia própria, nascida a partir da minha vivência em sala de aula, o que era uma ação individual e artesanal ganhou escala rapidamente, crescendo exponencialmente a cada ano.

 

Com um número significativo de escolas, procurávamos uma diretora pedagógica capaz de manter a qualidade de nossos trabalhos para nunca perder o que tínhamos de mais precioso: o contato humano próximo com as nossas escolas e a seriedade na aplicação da metodologia junto com os alunos, e nessa procura encontramos a Silvana Pepe. Ela, que já era minha amiga, se tornou ainda mais próxima e mais do que uma companheira de missão descobri nela uma irmandade de alma e de propósito que torna minha vida mais rica e melhor em todos os sentidos.

 

 A vida me foi muito generosa pois hoje já são mais de 1500 escolas e mais de 250mil alunos em todo território nacional. Mas do que sócios ganhei amigos, irmãos para a vida.

 

Juntos levamos a Coleção OPEE ao consultório do ilustre Dr. Içami Tiba, o qual tivemos a honra de ter em um momento de ampliação da Metodologia. O Dr. Tiba sempre foi uma das minhas grandes inspirações como educador e tê-lo apoiando esse projeto do qual nasceu a partir de um sonho, foi memorável.

 

2011

Com o crescimento de convites para palestras pelo país percebia a oportunidade de compartilhar meus aprendizados clínicos e minhas pesquisas sobre adolescentes e decidir lançar o livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, publicado pela Editora Integrare, a convite do próprio Dr. Tiba que fez o prefácio do livro.

2016

Na roda mágica da vida, tive muitas passagens marcantes. Uma das mais gratificantes foi quando consagrou-se a parceria entre a Metodologia OPEE e a FTD Educação. Que honra e que orgulho ter ao meu lado, todos os dias, pessoas com valores Maristas no coração, que dão o seu melhor pelo futuro da educação desse país.

A equipe OPEE junto com a FTD formam um time de águias cujo o voo projeta, sobretudo, à vida.

Pelos trabalhos da Metodologia OPEE fui reconhecido e premiado pelo Shift – Agentes Transformadores, que visa identificar e incentivar ações e pessoas cujo propósito seja promover mudanças na realidade que os cerca e a melhorar o mundo.

Junto a esta equipe maravilhosa, vivo um dos momentos mais felizes da minha vida.

2018

Por uma dessas alegrias que a vida nos proporciona, sempre tive muitos convites para conceder entrevistas em jornais, rádios, websites e programas televisivos. Talvez por me dedicar constantemente a pesquisar temas diferenciados e buscar um ângulo, um olhar, uma análise especial sobre temáticas delicadas ao grande público sempre tive oportunidade de compartilhar aquilo que aprendi por meio da grande mídia. Um ponto de destaque ocorreu quando concedi uma entrevista para o meu querido amigo Ronnie Von, no programa Todo Seu na TV Gazeta. A temática viralizou, foi assistida por mais de 30 milhões de pessoas.

2019

A partir de centenas de pedidos de palestras sobre limites, valores e percebendo a necessidade de orientar as famílias a uma educação mais consciente, consequente e coerente decidi lançar o livro “A Síndrome do Imperador”, publicado pela Editora Autêntica e Editora FTD que se tornou um grande sucesso, adotado em listas de materiais de inúmeras escolas.

No dia do lançamento do livro tive a honra de receber em mãos dos queridos Ricardo Schaefer e Patrícia Wazlawick o convite para participar do Symposium Internacional 2019 – Formando Lideranças para o Desenvolvimento Sustentável em Genebra - Suíça, na sede da ONU.

Ao longo dos últimos anos um ponto de destaque na minha carreira foi ter tido a rica participação da Mariana Gonçalo. Ela começou como estagiária e se tornou Mestre em Projetos de Vida pela USP. A Mari tem sido uma parceira leal e muito legal. Com uma mente aguçada e uma mentalidade preparada, ela auxilia na produção de apostilas e materiais. Mais do que uma parceira, se tornou uma amiga, uma pessoa que hoje é essencial em minha vida.

Um dos momentos mais gostosos que vivo aqui na clínica junto a essas pessoas maravilhosas são os nossos aniversários. Fazemos questão de parar tudo e celebrar a vida. Sou muito grato a essas pessoas especiais com quem passo horas preciosas de minha vida.

Reflexão

Quando eu era uma criança sempre me senti muito diferente. Eu era muito sensível, meio introvertido, muitas vezes me pegava sentindo como se não me encaixasse no mundo. Com a chegada da adolescência e as dificuldades que eu tinha em relação aos estudos, enfrentei momentos difíceis, por absoluta falta de autoestima, de autoconfiança. A pessoa que me tornei e a carreira que construí só foram possíveis graças a duas coisas, que para mim são as mais importantes para o sucesso e a felicidade de uma pessoa: a primeira é alguém que acredite em nós, no meu caso minha mãe e alguns professores. Proteger a semente é metade da história, mas para que os frutos apareçam é preciso arregaçar as mangas e pagar o preço. Chega uma hora na vida que se a gente não arregaçar as mangas, enfiar as mãos na terra e escavar até encontrar água o milagre não acontece. Sempre trabalhei, estudei e me dediquei muito. Nada me veio fácil ou de mão beijada e talvez por isso cada paciente curado, cada livro escrito e cada palestra ministrada tenha tanto valor.

 

 

Agradeço a cada pessoa que participou deste caminho, me ensinando, apoiando, orientando e acolhendo. Tudo que você leu até aqui ganha mais sentido, cor e sabor pelo fato de que tenho a oportunidade de fazer alguma diferença no mundo como parte essencial de minha missão nesta vida.

 

 

 

 

 

 

Reflexão

Quando eu era uma criança sempre me senti muito diferente. Eu era muito sensível, meio introvertido, muitas vezes me pegava sentindo como se não me encaixasse no mundo. Com a chegada da adolescência e as dificuldades que eu tinha em relação aos estudos, enfrentei momentos difíceis, por absoluta falta de autoestima, de autoconfiança. A pessoa que me tornei e a carreira que construí só foram possíveis graças a duas coisas, que para mim são as mais importantes para o sucesso e a felicidade de uma pessoa: a primeira é alguém que acredite em nós, no meu caso minha mãe e alguns professores. Proteger a semente é metade da história, mas para que os frutos apareçam é preciso arregaçar as mangas e pagar o preço. Chega uma hora na vida que se a gente não arregaçar as mangas, enfiar as mãos na terra e escavar até encontrar água o milagre não acontece. Sempre trabalhei, estudei e me dediquei muito. Nada me veio fácil ou de mão beijada e talvez por isso cada paciente curado, cada livro escrito e cada palestra ministrada tenha tanto valor.

 

Agradeço a cada pessoa que participou deste caminho, me ensinando, apoiando, orientando e acolhendo. Tudo que você leu até aqui ganha mais sentido, cor e sabor pelo fato de que tenho ao meu lado uma companheira que diariamente me estimula e me inspira a dar o meu melhor. Com o seu amor me sinto mais forte e preparado para cumprir a minha missão nesse mundo.

 

 

 

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